 |
 |
 |
 |
 |
|
11.7.06
Sim, porque... será que existe alguma coisa à qual eu não possa sobreviver simplesmente com um sorriso nos lábios?
(para o caso de alguma das 2 ou 3 pessoas que ainda possam vir aqui ficar preocupada, sim, eu não me esqueci de tomar os comprimidos)
Posted at 23:18 by silentsoul
Permalink
Depois de tudo, minha linda, não serei tola em acreditar que tu tens razão?
Posted at 23:16 by silentsoul
Permalink
... estou mesmo c'o a telha!
Grrrrrr!
Posted at 23:09 by silentsoul
Permalink
E não é que às vezes só sai merda?!
(desabafo! - pode até ser que não...)
Posted at 23:08 by silentsoul
Permalink
12.10.05
O meu espírito sarcástico e a minha língua mordaz andam perdidos algures longe daqui.
Posted at 01:05 by silentsoul
Permalink
4.10.05
Isto de fazer peelings e injectar botox antes dos 27 anos pode trazer algumas confusões... :P Senão, vejamos:
No trabalho:
Eu - Olhe, aquele colega andou na mesma faculdade que eu, só que ele entrou em 95 e eu em 96...
Outra pessoa - Em 96?!... Quê? Com 12 anos?... Eu - :S
Posted at 23:17 by silentsoul
Permalink
19.8.05
... sem net, sem mail... ... restam-me a SIC Mulher e a vida lá fora.
Até breve!*****
Posted at 11:24 by silentsoul
Permalink
25.7.05
Posted at 00:31 by silentsoul
Permalink
Muitos erros ortográficos andam a sair de uma alminha só ( e ainda por cima silenciosa...)
Bem, deixe-mo-los, ou deixemo-los por emendar, como queiram!
Posted at 00:29 by silentsoul
Permalink
Nunca fui muito dada a relacionamentos com os "pares" quando me estava a dedicar à sobrevivência das fases da infância e da adolescência. Com isto, aproveito para informar que não me recatava socialmente mas, antes, aproveitava para participar em tudo o que era actividade cultural que estava disponível lá pelo fim do mundo. Entre música e teatro lá me relacionava com meia dúzia de gente escolhida entre os que tinham a particularidade de não me fazerem comichão no nariz (e vice-versa, talvez).
Caída de pára-quedas na "cidade grande" (ou, pelo menos, bastante maior do que aquilo), as coisas alteram-se ligeiramente. O papel passa um pouco de "pessoa definida" no meio de meia dúzia deles a "mais uma" no meio de centenas ou milhares. E os milhares mostram-se mais ecléticos e abrangentes do que aquilo que se podia adivinhar.
Passa-se o tempo e o distanciamento torna-se efectivo. Chamam-lhe alguns o cortar com as raízes, eu talvez lhe chame o encontrar raízes, mas o efeito até se torna bastante agradável.
E como a importância que as coisas têm é precisamente a mesma importância que lhes damos, há coisas que começam a mudar radicalmente (estávamos a falar de raízes, não era?).
Isto tudo para relatar um episódio simpático:
Há uns anos, cerca de 4 ou 5, estava eu a fazer uma visita (rápida) às origens, mais ou menos por esta época do ano, quando ao fim de algum tempo vem um antigo amigo meu (em oposição à definição de "não-amigo" dada no post anterior) a correr ter comigo e diz:
"- Olá! Desculpa, mas não te estava a reconhecer. Ali o A. é que disse que tu ias a passar! Então, como vão as coisas (e segue-se o blah blah blah rotineiro)?!"
E eu respondo (entre o blah blah blah rotineiro): "- Tudo bem, a gente tb não se via há uns anos! Então (blah blah blah - leia-se que cada um de nós tinha "fugido" para uma cidade diferente há uns anitos atrás)"
No entanto, e como linda menina que sou, não consegui segurar devidamente o seguinte comentário:
"- Ouve lá, quem é que te disse que era eu que ia a passar?"
"- O A."
"- Hum... Então estás a dizer-me que tu não me reconheceste mas o A. reconheceu-me?"
"- Pois...
"- Simpático! E 'até' sabia o meu nome?"
"- Sim.. Opah, deixa-te lá desse teu mau feitio! Já sabes como é que são as coisas!"
"- Infelizmente!..."
"- Mudando de assunto, (blah blah blah)"
(...) e deixemos a conversa por aqui
Agora, para quem não estava lá, aqui fica mais ou menos declaradamente o que ficou subentendido naquela conversa:
O A. é um pseudo-(...) qualquer, nascido uns 3 ou 4 anos antes de nós, que nem antes nem depois deste pequeno episódio alguma vez me disse olá na rua! Por outro lado, o meu amigo já o era mais ou menos desde os 6 anos de idade, quando andávamos à porrada no autocarro para a escola. Agora, peguem na minha pessoa, tirem-lhe um aparelhito reluzente dos dentes e cortem-lhe as córneas com uns raios laser, deitando as lunetas para o caixote do lixo mais próximo, e obtêm a resposta para o meu sarcasmo.
E com isto acho que já devia estar a dormir! Boas noites!
Posted at 00:01 by silentsoul
Permalink
|
|
 |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
|
 |
|
 |